Todos esperamos ansiosamente para completar 18 anos. Porém, ao completarmos os 18 anos, deparamo-nos com um monte de responsabilidades. A maior delas é a escolha da faculdade. Basta o sujeito ter 17 anos que todos começam a perguntar: "Já decidiu qual a carreira que você vai querer seguir?"
Eu não sabia o que fazer, mas a pressão era tanta que me inscrevi no vestibular de administração, apesar de detestar matemática. Escolhi “adm” pois ouvia de todo mundo que administração é a escolha de quem não sabe o que escolher. E como detestava matemática, fui reprovado.
Foi quando meus pais tiveram a brilhante idéia: "Vamos botar este menino na aula particular de matemática". Então, além do cursinho vestibular que já tinha me inscrito, fiz também aulas particulares de matemática.
Pronto para encarar o vestibular de “adm”, lá fui eu, mais uma vez, me inscrever no vestibular da PUC. Quando lá cheguei, tive uma grande surpresa, a PUC não fazia vestibular para “adm” no meio do ano. Como sempre detestei estudar, resolvi dar uma olhada nos cursos que estavam abrindo vaga e escolher outro para não ter que ficar mais seis meses no cursinho. Dentre as opções escolhi arquitetura, já que gostava de desenhar e estava fazendo aulas particulares de matemática.
Voltei para casa e avisei: "Vou prestar vestibular para arquitetura". Para minha surpresa, tive apoio do meu pai e da minha mãe, que disseram: "Você sempre gostou de desenhar, sempre achei que você seria arquiteto".
Passei no vestibular, que alívio! Não havia mais aquela cobrança: "Você vai à praia! Quero ver passar no vestibular!". Comecei a faculdade e logo percebi que não era aquilo que queria fazer para o resto da vida. Resolvi mudar para Propaganda.
Voltando ao lance das responsabilidades, aos 18 anos fui obrigado pelo Estado a tirar o meu título de eleitor. Quando fui buscá-lo no TRE, fui chamado para ser mesário, saí de lá puto, pensando: "Além de ter que votar, os caras querem me obrigar a ser mesário!"
Pensei e, com a ajuda de mamãe, pedi ao meu medico um atestado. Ele arrumou o atestado e eu fui dispensado do TRE.
Só não consegui me livrar da obrigação de votar e lá fui eu para minha sessão. Quando lá cheguei o mesário falou: "Então você que era para estar aqui no meu lugar. Não veio porquê?" Eu respondi: "Porque tenho uma doença e não posso ficar aqui o dia inteiro".
Ainda insatisfeito, ele perguntou com aquela cara irônica: "E que doença é essa?"
Eu, muito puto, respondi: "AIDS!!!"
Eu não sabia o que fazer, mas a pressão era tanta que me inscrevi no vestibular de administração, apesar de detestar matemática. Escolhi “adm” pois ouvia de todo mundo que administração é a escolha de quem não sabe o que escolher. E como detestava matemática, fui reprovado.
Foi quando meus pais tiveram a brilhante idéia: "Vamos botar este menino na aula particular de matemática". Então, além do cursinho vestibular que já tinha me inscrito, fiz também aulas particulares de matemática.
Pronto para encarar o vestibular de “adm”, lá fui eu, mais uma vez, me inscrever no vestibular da PUC. Quando lá cheguei, tive uma grande surpresa, a PUC não fazia vestibular para “adm” no meio do ano. Como sempre detestei estudar, resolvi dar uma olhada nos cursos que estavam abrindo vaga e escolher outro para não ter que ficar mais seis meses no cursinho. Dentre as opções escolhi arquitetura, já que gostava de desenhar e estava fazendo aulas particulares de matemática.
Voltei para casa e avisei: "Vou prestar vestibular para arquitetura". Para minha surpresa, tive apoio do meu pai e da minha mãe, que disseram: "Você sempre gostou de desenhar, sempre achei que você seria arquiteto".
Passei no vestibular, que alívio! Não havia mais aquela cobrança: "Você vai à praia! Quero ver passar no vestibular!". Comecei a faculdade e logo percebi que não era aquilo que queria fazer para o resto da vida. Resolvi mudar para Propaganda.
Voltando ao lance das responsabilidades, aos 18 anos fui obrigado pelo Estado a tirar o meu título de eleitor. Quando fui buscá-lo no TRE, fui chamado para ser mesário, saí de lá puto, pensando: "Além de ter que votar, os caras querem me obrigar a ser mesário!"
Pensei e, com a ajuda de mamãe, pedi ao meu medico um atestado. Ele arrumou o atestado e eu fui dispensado do TRE.
Só não consegui me livrar da obrigação de votar e lá fui eu para minha sessão. Quando lá cheguei o mesário falou: "Então você que era para estar aqui no meu lugar. Não veio porquê?" Eu respondi: "Porque tenho uma doença e não posso ficar aqui o dia inteiro".
Ainda insatisfeito, ele perguntou com aquela cara irônica: "E que doença é essa?"
Eu, muito puto, respondi: "AIDS!!!"
7 comentários:
hueahuaeuhaeuhae gostei, não sabia desse fato, resposta linda para um otario de um mesário inconveniente!! queria ter visto a cara do fdp uhaeuhaehuaeh =P
Ihhh que Legal !!!!!!!1
Muito bom magrão, muito bom mesmo, realmente engraçado.
Grande abraço,
Baptista
Caralho, revelaram a sua Identidade secreta Magro hahahahahaha
A Unica parada que vc tinha pedido era para nao usarem apelidos ou o seu nome, agora já era. Essa história é irada mesmo, eu lembro quando vc me contou eu morria de rir.
Vai fazer o que no feriado?
Abraçao Velho
Pegou pesado nessa hein.
Tava puto quando escreveu???
Mas esse magrão é uma figura!!
Vc foi eloquente, mais pensa bem o cara foi chamado porque tu deu pra traz ai ele marcou teu nome mais puto que vc, e pensou vc fuder esse cara, mais tu é tão magro que quando falou, ele pensou que era verdade e deixou passar.
MEU IDOLO, SUAS TIRADAS ALEGRAM MEU DIA
Margão, Magrão, Magrão
Postar um comentário